Em Nós , Ana preenche o espaço com linha barbante; em Pendular, de Rogeria, obras híbridas propõem resgate da arte como experiência do sensível Galeria do Goethe-Institut/ICBA (Corredor da Vitória). Nós, de Ana Fraga, surgiu da denominação regionalista “nós pelas costas”. De acordo com a nomeação, alguém “cheio de nós pelas costas” tende a ser uma pessoa cheia de manias, sistemático, metódico e que assume uma postura pouco acessível. Redefinindo esse conceito a partir da própria estranheza, do assombro daquilo que é desconstrução e vazio, a obra é integrada pelo ato compulsivo e diário de laçar a linha, formando um nó. Já a exposição Pendular, de Rogeria Maciel, tem curadoria de Eriel Araújo e se dá a partir de cinco obras: Ciclo, feita por meio de apropriação de bulbos naturais de lírio, com aplicações de folhas de ouro e chumbo; Calibre 38, flores confeccionadas pelas internas de uma instituição carcerária, em retalhos de chumbo; Agudos, inspirada em pavios de...
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