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Mostrando las entradas con la etiqueta Exposiciones

Doces Memórias do Vale do Capão

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“Doces Memórias do Vale do Capão” é o tema da exposição do artista plástico Salomão Zalcbergas, na Galeria Mansarda do Palacete das Artes . Na mostra, composta por 20 telas em acrílica, estão retratadas as lembranças, as memórias e as tradições dos antepassados e dos nativos do Vale do Capão, na Chapada Diamantina. A exposição conta também com a exibição de um documentário sobre o desenvolvimento da obra do artista nos últimos anos, com imagens exclusivas de suas intervenções artísticas naquela comunidade. Zalcbergas é responsável por um pioneiro trabalho de resgate cultural das histórias e das cores do Vale do Capão. Essa relação do artista com a comunidade está retratada nas telas que contam “causos”, lendas, religiosidade e tradições do Vale. Em seus quadros também está registrado o espírito agrícola do Capão, que ainda conta com muitas casas de farinha, paisagens, animais, fogão de lenha e pilão. “Cada obra é única e traduz um fato, um costume, a fé, a lida na roça… Refl...

Nós/Pendular

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Em Nós , Ana preenche o espaço com linha barbante; em Pendular, de Rogeria, obras híbridas propõem resgate da arte como experiência do sensível Galeria do Goethe-Institut/ICBA (Corredor da Vitória). Nós, de Ana Fraga, surgiu da denominação regionalista “nós pelas costas”. De acordo com a nomeação, alguém “cheio de nós pelas costas” tende a ser uma pessoa cheia de manias, sistemático, metódico e que assume uma postura pouco acessível. Redefinindo esse conceito a partir da própria estranheza, do assombro daquilo que é desconstrução e vazio, a obra é integrada pelo ato compulsivo e diário de laçar a linha, formando um nó.  Já a exposição Pendular, de Rogeria Maciel, tem curadoria de Eriel Araújo e se dá a partir de cinco obras: Ciclo, feita por meio de apropriação de bulbos naturais de lírio, com aplicações de folhas de ouro e chumbo; Calibre 38, flores confeccionadas pelas internas de uma instituição carcerária, em retalhos de chumbo; Agudos, inspirada em pavios de...

Janelas no MAB

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O Museu de Arte da Bahia - MAB exibe as 120 fotos da mostra 'Janelas' , da fotógrafa baiana Ania Billian.  As fotos foram tiradas nas cidades da Europa pelas quais a artista passou, com foco na Suíça, e estão em exibição até o dia 1 de novembro. As fotografias são vendidas e todo o dinheiro arrecadado será doado para o Hospital Aristidades Maltez.  "Minha paixão pela fotografia data de 1960. Como reunia muitas fotos, meus amigos me incentivaram a fazer uma exposição. Por isso decidi não apenas expor, mas oferecer a minha contribuição a causa nobre e social do hospital", disse Ania.  Além das fotos da fotógrafa, poemas de Carlos Drummond de Andrade, Fernando Pessoa, Cecília Meireles, Vinicius de Moraes e Florbela Espanca também estão em exibição no local em conexão ao tema. 

MIN 2014

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Uma partida de xadrez é uma coisa visual e plástica e, se não é geométrica no sentido estático da palavra, é um mecanismo por que as peças se movimentam. As peças não são mais belas do que a forma do jogo, mas o que é belo_ se é que a palavra "belo" pode ser empregada_ é o movimento, mas não no domínio visual. É a imaginação do movimento e do gesto que, nesse caso, faz a beleza. Marcel Duchamp O jogo de xadrez foi o elo da exposição aberta no espaço Acbeu do Museu Imaginário do Nordeste (MIN) durante o mê s de julho deste ano, com fotografias, objetos e obras cinematográficas, como O Pátio , primeiro filme do cineasta baiano Glauber Rocha, que integraram a mostra da 3ª Bienal da Bahia . O acervo do projeto conta com as obras O Xadrez, de Abraham Palatnik; fragmentos da obra Pasta Rosa – Inéditos e Dispersos, da escritora Ana Cristina Cesar; registros fotográficos do filme O Sétimo Selo, de Ingmar Bergman; O Jogo de Xadrez, de Paulo Bruscky; Xadrez – I Ching...

3ª Bienal da Bahia ICBA

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Como uma das instituições parceiras da 3ª Bienal da Bahia, aberta em 29 de maio, o Goethe-Institut/ICBA recebe um dos núcleos expositivos propostos pelo projeto curatorial  "É Tudo Nordeste?"  O ICBA abriga dois departamentos do Museu Imaginário do Nordeste (MIN). Nessa estrutura curatorial, a produção cultural e artística brasileira e universal é apresentada por meio de documentos, objetos e uma produção intelectual imaterial, funcionando como um arquivo fictício sobre as relações culturais vivenciadas a partir da experiência baiana e nordestina.  Departamento da Insistência Afetiva Seção: Imateriais.  Nesse núcleo é trabalhada a produção de: 1. César Romero (Brasil, 1950 -) e Harry Laus (Brasil, 1922-1992). São exibidas as documentações de sua relação com o artista César Romero, bem como com o Nordeste e a Bahia (cartas, fotos, publicações, etc.). 3. Arno Schmidt (Alemanha, 1914-1979). É exibida sua produção fotográfica, com cerca de 10...

EL JARDÍN DE ALICIA / ANA PAULA RIAL

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“En el jardín el arte quiere crear algo opuesto a la naturaleza. El arte emplea las plantas mediante un principio arquitectónico que consolida y expresa lo fantástico."  Franz Lebisch "Las relaciones entre arte, arquitectura y jardín, se funden, regeneran e independizan.  En este caso el arte se construye a través de elementos arquitectónicos para crear una intervención donde el espectador es parte del paisaje.  El diseño del empapelado se arma en base a plantas de un jardín montevideano, las cuales atraen ciertos pájaros e insectos, mostrando como lo común se transforma en especial". Hummm.... En realidad esta exposición no cabría en la polémica de Pensando Siglo XXI... En definitiva, no me dijo nada, un collage de diseños y colores en un espacio angosto. Para mi, sin más. Aun así lo cito, para dar espacio a pensar, puede que a muchosle gusten, se guro les gustará. Así como a otros, nop. Proyecto seleccionado en la convocatoria Pública 2013. ...

Desbordada - Cathy Burghi

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"Cathy Burghi (Montevideo, 1980) artista plástica vive y trabaja en Francia. En esta muestra, desborda el poderoso caudal de su mundo íntimo, bordando los bordes entre ausencias y presencias, multitudes y soledades, desarraigos e identidades. Sus obras son a la vez aguja punzante y delicado hilo. Entre rupturas y continuidades, la artista nos sumerge en un mundo maravilloso que no es el país de Alicia sino el de cada uno de nosotros". Son pañuelitos bordados en punto cruz, al echarle un primer vistazo, nos remite a ese mundo infantil de abuelitas, colores suaves, en fin, algo inocente y sin más propiedad que el del decoro... Ledo engaño. Al fijar el ojo en esas pequeñas figuras, se desbordan ante el pasante vaginas, pelos púbicos, y mundos femeninos que se derraman en un mosaico curioso de romances ocultos (o no tan ocultos).   Pienso haber visto algo como un cordón umbilical, a lo mejor, la relación madre/hija, que bajo el caparazón roza de la sana uni...

DESMONTAJES, RE/APROPIACIONES E INTRUSIONES. TÁCTICAS DEL ARTE EN LA RED

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Empiezo a postar haciendo referencia a  una exposición que me llamó la atención más por el contenido que por lo visual. Obliga al pasante a que se pare a leer, más que eso, lo lleva para dentro de la pantalla de un ordenador, como si fuera él propio integrante de toda esa parafernalia cibernetica, rápida, nerviosa, confundida de imágenes y sonidos, un zapping de ideas que en el caso de esa exposición dicen mucho. ¿Qué nos dice? Pues cuestiona. "Lejos de hacer una apología publicitaria de los nuevos medios, confrontan con la concepción de la tecnología como espectáculo, con los estereotipos sociales y rutinas cotidianas que la misma fomenta, examinan los límites entre lo público y lo privado, la noción de autor y los derechos de copyright, o cuestionan el propio mercado del arte". Un "laboratorio móvil que busca revisar las prácticas del arte de redes e imaginar su futuro". Como cominicóloga del mundo audiovisual, me encanta.  Me ha aportado más herram...